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my doubts fade away

Hey você. É, você. Os atalhos para o blog estão ali em cima. Viu? Ótimo. Comentários, alôs, críticas e xingamentos são mais que bem-vindos.


leave me a trace

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Mudei a tagboard, essa permite recados maiores! Assim ninguém precisa ficar dividindo a mensagem em várias partes. O lado ruim é que ela não lê acentos. Portanto, se não quiser que seu comentário pareça um monte de palavrões censurados (éó§£ e derivados), pode dispensar a acentuação. Vale até escrever "eh". Mas se não conseguir fazer isso (como eu), tudo bem! No final tudo se entende!


(Best viewed in Google Chrome).

quarta-feira, 13 de abril de 2011 @ 17:12



O vinil que rodava no grande e antigo toca-discos emitia um som de borbulhas, como água fervendo na panela. Não sei por qual estranho motivo esse barulho fazia-me sentir em algum lugar parecido com um lar. Mas era apenas um cabaré sujo e indecente, cheirando a uísque barato e falsos elogios.
A fumaça de meu cigarro - há muitos minutos estático entre meus dedos, na mão que apoiava meu queixo em uma pose de tedioso descaso - começava a atrapalhar minha visão, embaçando meus óculos.
Mesmo quando a névoa de nicotina havia se dissipado, tudo o que eu via era desfocado. Desde cedo o mundo se mostrou a mim como algo sem valor, digno de bocejos. Como uma jóia oxidada. Minha vida sempre foi uma constante prova de que Deus existe e não gosta de mim. Ando pelas ruas, donas de um colorido desbotado pelos anos, e apenas deixo-me levar por cada calçada, cada poste sem luz.
Volto à realidade, deixando de lado meus devaneios para levantar os olhos em direção ao palco mal construído da casa de shows. Diane saúda a platéia de homens já atordoados pelo álcool e começa a cantar. No primeiro verso seu olhar pousa sobre o meu, e ela sorri com o canto da boca. Timidamente, sem mostrar os dentes. Seems like old times, having you to walk with...
Tento sorrir de volta. "Quando você sorri, parece estar prestes a chorar", disse-me ela uma vez. And it's still a thrill just to have my arms around you...
Aguardo até ela cantar a parte sobre jantares e flores. Lanço mais um olhar ao palco, apago meu cigarro no cinzeiro cheio, pego meu casaco e vou embora.


Texto feito durante uma pausa nos estudos de Imunologia. Bem corrido, bem jogado, bem nas coxas... não ficou como deveria, talvez eu volte e desenvolva-o como ele merece. Assim que tiver tempo.

"... pega esse avião"
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 @ 10:06



Um forte cheiro de torradas trouxe meu corpo, que cansado sonhava com a cama do outro cômodo, à claridade da cozinha. Haviam passado do ponto e começavam a escurecer, zombando da minha distração. Coloco duas fatias novas de pão na torradeira, e é então que percebo. No calendário pregado entre os azulejos manchados, via-se o dia quinze circulado fortemente com caneta azul. É hoje. Hoje ele se vai.
Um peso fez-se sentir em meu estômago (ou algo bem próximo dali, talvez naquele canto distante onde esconde-se aquilo a que chamamos "Alma"), e minha escassa fome matinal deu lugar à sede.
Lembrei de quando você chegou em minha vida, em mim. Entrou sem bater na porta, sem pedir licença ou ligar para boas maneiras. E eu, já acostumada a tantas gentes entrando e saindo sem nem ter porquê, não dei muita atenção. Mas você ficou. Na verdade é provável que não, nem tenha ficado. Acredito mesmo que você tenha ido embora por muitas vezes, mas no meio desse oceano de vidas que se movimentavam pela casa, eu tampouco notei.
Mas certo dia desviei da confusão de rostos anônimos, e me deparei com você. Sentado na poltrona, sorrindo-se da minha surpresa, os cachos do cabelo caindo sobre os ombros.
Quis lhe trazer um chá, ligar o Vinicius no rádio e expulsar a multidão para fora de casa. Mas, ao invés disso, o chamei para a varanda e ofereci uma cerveja barata. Não possuía mais nada em mim para oferecer além dessas sombras ordinárias, mas você não pareceu se importar. Acendeu um cigarro, sentou na rede e começou a falar, com aquele seu sotaque de quem já passou pela vida e perdeu um pouco de si durante a jornada.
Retirei as fatias de pão da torradeira e joguei-as no lixo. Tomei um copo de suco e olhei para o relógio: três e vinte da tarde. Gostaria de saber onde você está. Sei que está partindo - ou talvez já tenha partido.
No reflexo da televisão quebrada, noto meu rosto amassado, resultado do sono mal dormido. Também ali vejo sua imagem, e então penso que há seu aroma e seus gestos em cada volta desses cabelos cacheados; mas em seus olhos lê-se o nome de sua garota, aquela que mergulhou nas estrelas e conquistou constelações. No final, acredito que hoje existe em você muito dela. Acredito, bem verdade, que você sempre carregou o nome dela em seus braços, e hoje pode enxergar e escutar o mundo com o muito que sua menina deixou de si mesma para você.
Deixo o copo sujo na pia e dirijo-me ao quintal, passando por pessoas desfocadas que dormem empilhadas pelo chão da sala. De pijama, descalça, piso no asfalto quente da rua. Levanto minha cabeça e vejo um avião cortar despreocupado uma nuvem, e penso em como tudo isso é belo e inesperado.
Fecho os olhos e peço a um deus no qual não acredito, para que você não se perca de mim, por favor por favor, não se esqueça de mim. Sei que esse avião o traz para mais perto, mas nunca senti você longe. Da poltrona da sala ainda o sinto sorrir despretencioso quando passo. E fico contente, como se algo se acendesse aqui dentro.


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010 @ 21:59




As últimas madrugadas entraram descontraidamente pela janela de meu quarto, carregadas de um ar que pesou em meu desavisado coração e fez com que meu frágil corpo afundasse alguns centímetros no colchão velho de meu leito.
Debochada, a madrugada de ontem sentou-se nos pés da cama e ficou me encarando. Como se esperasse um cumprimento meu, um "como vai?". Mas apenas desviei meu olhar, tentando em vão assoprar o peso mórbido e insone do cômodo. Ela me retribuiu com um sorriso sádico, dizendo:
"Fechar as portas e janelas de nada adianta, pequeno. O peso continuará a escorrer pelas frestas."
Notei transtornado a marca por ela deixada nos lençóis quando levantou-se e saiu.
Resolvi deixar janela e cortinas abertas essa noite. A porta, entretanto, permaneceu fechada. Não posso deixar certos princípios pessoais de lado, e manter as portas fechadas é um direito do qual não me desfaço. Algumas coisas precisam ser mantidas do lado de fora de mim - e talvez existam outras que não devem escapar daqui de dentro.
E com a janela aberta, ela veio. Uma madrugada diferente da anterior: esta sem inibição alguma deitou-se sobre meu peito e permaneceu muda por muito tempo, fitando o teto manchado. Seu peso era tamanho que me cansava a respiração e transformava minhas pretendidas palavras em suspiros ofegantes. Após um longo período contemplando a constelação do meu teto, ela curvou seu corpo e sussurrou em meu ouvidos:
"Você precisa abrir aquela porta, ou acabará trancando-se aqui para sempre. E esse denso ar que nós todas trazemos a cada noite aos poucos corroerá tudo o que habita esse insípido lugar."
Agora espero a visita da madrugada seguinte. Fechei novamente janela e cortinas, e estou escrevendo na mesa que acabei de arrastar para a outra extremidade do quarto, bloqueando a porta.


segunda-feira, 20 de setembro de 2010 @ 12:44


- O que foi?
(ou O Motivo do Meu Silêncio)


Levanta então seus olhos em minha direção, aqueles grandes olhos que tanto encantam e procuram respostas muitas vezes vazias. Grandes não pelo tamanho em si, mas pela gigantesca dimensão daquilo que a vida já havia posto diante deles.
Novamente me perdia, como incontáveis vezes antes, naquele olhar. E quão perto da sublime perfeição descrita por tantos escritores que dedicaram suas vidas a riscar, sob o som de uma pena tinteiro, a história da máxima devoção e adoração - quão mais perto dessa perfeição eu haveria de estar em qualquer outra ocasião que não fosse o agora que compartilho contigo?
Esse agora que percorre cada centímetro de pele e vida que há em mim, esse agora que me faz segurar a respiração momentaneamente diante da visão que a mim me parece tão harmoniosa e delicada que poderia desaparecer com um inspirar ou expirar mais intensos, esse agora pelo qual espero com tamanha ansiedade durante todos os outros tempos verbais em que minha existência passeia, esse agora que quero transformar em depois, em para sempre.
Os minutos brincam ao meu lado e ondas de um mar que existe dentro de mim chocam-se contra a encosta de meu peito quando olho para você. Talvez nunca consiga encontrar oração em prosa ou verso que se aproxime da imensidão que sinto ao vê-la. Amor é palavra curta demais para tamanha sensação. Quatro pequenas letras perderiam-se facilmente nas brumas de branca felicidade em mim. Tenho aqui guardado algo muito maior que o amor.
Dias transformam-se em estrelas e luar enquanto decoro cada detalhe de seu rosto, cada traço que se move com o abrir de um sorriso, cada fio de cabelo que lhe cai sobre os olhos...
Ah! quem me dera conseguir estancar o tempo, lhe cantar cada poema ainda não escrito sobre nós, para depois deitá-la em meu colo e vê-la adormecer aquecida sob os carinhos de minhas mãos frias.


domingo, 25 de outubro de 2009 @ 12:59


cumprindo a promessa, aqui vai o texto que acabei de digitar!



Um final de tarde agradável naqueles verdes campos, apesar do calor que insistia em envolver a todos com seu abraço pesado. Solidão e Felicidade, ambas sentadas sob a sombra fresca de uma grande árvore cujo nome ninguém conhece. Felicidade brinca com os contornos do rosto de Solidão, aquele rosto tão frio e ao mesmo tempo tão embriagante. Solidão olha para o céu escarlate, desviando-se dos finos dedos de Felicidade. O sol fere seus olhos, apesar de estar já se despedindo por entre as nuvens. Tenta adivinhar formatos para as nuvens acima de sua cabeça. Não consegue. Só vê formatos difusos, como fantasmas desesperados, tentando em vão fugir de si próprios. "São apenas um reflexo de mim mesma, afinal...", pensa.
Fecha os olhos por um instante e fala, com a face ainda virada para a imensidão vermelha.
- Felicidade...
- Sim..?
Solidão inspira uma grande quantidade de ar e finalmente abre os olhos. Mas não consegue olhar para a delicada face da outra.
- Escute, eu estive pensando...
- Ah, Solidão!, você só faz pensar! Precisa aprender a precipitar-se no mundo! Você é graciosa demais para passar a vida cobrindo-se de pensamentos, que são tão cinzentos e tornam tudo tão mais complicado!
A Felicidade jamais gasta sua vida pensando. "Ela é tão imediatista", pensava Solidão.
- Precipitar-me no mundo... Tal ideia não agrada-me nem um pouco. A verdade é que o mundo precipita-se em mim. Ele me engole, sabe? O mundo - imerso nessa prepotência tão característica que não o deixa enxergar nada além de si próprio - não entende que eu nunca o quis como companhia. Nunca quis o Mundo, mas ele insiste em me perturbar...
- Mas essa sua vontade de viver à parte de tudo não é saudável, Solidão! O Mundo é enorme, certamente você aprenderia a apreciá-lo se tentasse!
- Só você já me basta, Felicidade. Apenas você, e isso sempre foi suficiente para mim. Você é mais grandiosa que o Mundo, mon petit.
Felicidade abre um sorriso. Gostava da maneira como Solidão sempre chamava-a de "mon petit". Solidão, desde a primeira vez em que colocou seus negros olhos na outra, pensou que só poderia chamar assim alguém que transbordava delicadeza e pureza como Felicidade.
Mas aquele sorriso que preenchia tudo não provocou aquele sentimento caloroso dentro de Solidão, como era de costume. Pelo contrário, deixou-a apreensiva. Teve vontade de correr, de fugir como já fizera tantas vezes. No entanto, forçou-se a permanecer ali, e continuou a falar:
- Estive pensando, eu dizia... Felicidade, acho que eu e você não podemos mais ficar juntas.
O olhar de Felicidade é de espanto e incredulidade. Seu sorriso estremece algumas vezes e finalmente desaparece.
- O que está dizendo, Solidão?!
- Seu lugar não é comigo, mon petit. Você sabe disso. Não posso mais forçá-la a ficar ao meu lado e, ah!, isso me dói tanto! Mas não é justo com você, e eu não quero nada nessa minha existência a não ser fazer-lhe bem, mesmo que isso signifique tirar de mim a única coisa... a única coisa com a qual me já me importei, sabe?
- Mas Solidão, você nunca foi capaz de obrigar-me a coisa alguma! Estive e estou aqui pois é segurando suas mãos e olhando seus olhos que quero passar o restante da minha eternidade!
Solidão desvia o olhar. Não sabia que seria tão difícil dizer adeus. Logo ela, que nunca se apegava a nada...
- Felicidade e Solidão não foram feitas uma para a outra. Felicidade, você é contagiante, é mais bela que qualquer obra divina! É seu destino conquistar tudo à sua volta, e ficar aqui comigo só lhe trará tristezas e decepções.
- Como você me decepcionaria, se só consigo existir por saber que você está comigo? Como me traria tristeza se todo o amor que trago dentro de mim é para você? Oh, Solidão, é você a mais bela de todas, e eu a amo tão profundamente, e é esse sentimento que me dá a certeza de que esses verdes campos serão sempre verdes e...
- Mon petit, até os mais verdes campos irão sucumbir ao cinzento e imperdoável poder do tempo um dia. Já disse, seu lugar não é ao meu lado. Eu sei... - Solidão engole em seco, buscando forças para prosseguir - Eu sei que você foi feita para viver e morrer ao lado da Paixão. É ela seu destino, é a ela que você ama. Eu sou para você apenas um atraso, e não há motivos para estar comigo quando seu coração sabe que... que são os lábios da Paixão que deveriam tocar seu rosto, não os meus.
- Não... Não é verdade! Eu e Paixão já não precisamos uma da outra, Solidão!
- Felicidade, você sempre precisará da Paixão. E, por mais que isso corte o coração que nunca tive até te conhecer, sei que nunca deixou de amá-la. E ela também nunca deixou de amar a minha Felicidade. Vocês eram... são... o encaixe perfeito uma da outra. Jamais pude evitar esse sentimento de que não conseguiria nunca ser tão boa para você como a Paixão fora. Ora, a Solidão não é capaz de completar a Felicidade! Já a Paixão...
- Solidão, isso não é... - a pequena deixava escapar um par de lágrimas daqueles olhos amendoados - Não é verdade...
Foi então que Solidão percebeu. Felicidade não seria capaz de libertar-se, não seria forte o bastante para romper as correntes sozinha. Por mais que amasse Paixão, não conseguiria abandonar Solidão. Fazia parte de sua natureza bondosa. Solidão voltou seus olhos negros para o céu. Já não havia nenhum tom de vermelho. Tudo era escuridão, mais uma vez refletindo seu estado de espírito. "É isso", pensou. Seria ela quem teria de dar o primeiro passo. Ou melhor, o último.
- Felicidade... - suspirou - A verdade é que estou farta de você.
A face da outra estampava perplexidade. Sentia-se como se estivesse caindo de um penhasco.
- O... quê...
- Não suporto mais a sua presença, sempre tão cheia de sorrisos e empolgação. Suas mãos quentes me sufocam, quando você me beija já não sinto coisa alguma. Me sinto entediada ao seu lado, fitar seus olhos me desperta desprezo. Você deveria saber: sou assim, é impossível modificar-me. Nasci para morrer no isolamento. Não preciso e não quero precisar de ninguém.
Felicidade estava paralisada, seus grandes olhos derramando rios por sua rósea face. Lembrava uma boneca de porcelana que caíra no chão e quebrara-se. "Tão linda...", Solidão não pôde deixar de pensar.
Aproximou-se da pequena e tocou seus suaves lábios pela última vez.
- Adeus, mon petit.
Levantou-se e partiu em direção ao horizonte, deixando a outra sem ação sob a gigantesca árvore.
Enquanto caminhava, esforçando-se ao máximo para não olhar para trás - pois sabia que, caso o fizesse, voltaria correndo para segurar a outra para todo o sempre -, repetia para si mesma "A Felicidade e a Solidão não nasceram uma para a outra... A Felicidade merece viver para sempre ao lado da Paixão, pois é ela o real amor da Felicidade".

Nesse momento, nem mesmo o profundo céu noturno sem estrelas era tão escuro e tão vazio quanto a alma da errante Solidão.





peço perdão pela repetição dos termos "Felicidade" e "Solidão". é que, como não queria retratá-las como pessoas, foram poucos os substantivos que encontrei para referir-me a elas no decorrer da história.
gostaria de lembrar que a caixa de comentários para críticas, elogios e xingamentos encontra-se no lado esquerdo da tela!

até mais!


@ 12:49


resolvi dar as caras por aqui, finally! peço desculpas pelo sumiço de quase um ano. minha vida anda insuportavelmente corrida, mas não abandonei o blog não (ao menos não por vontade própria).
eeer... tirei walking after you do player pq estava me deprimindo, haha! coloquei coeur de pirate, mas o html tava revoltado e resolveu começar a música pela metade e cortá-la depois de alguns segundos, ARGH! me irritei tanto que quase mudei de ideia sobre postar aqui!

textos saídos do forno (tão frescos, mas tão frescos que ainda nem os escrevi! ainda não saíram da minha mente, mas daqui a alguns segundos pousarão no bloco de notas, prometo!) nos próximos posts! :)

ano novo... template novo?!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 @ 11:42


ANO NOVO... TEMPLATE NOVO?!
quem precisa de uma vida nova, afinal?



todos nós sabemos que eu iria trocar o template em breve (eles parecem não durar mais que dois meses comigo!), então o papo de "ano novo" é apenas uma desculpa para eu mudar sem peso na consciência. :}
gostei muito desse, ele é totalmente oposto ao anterior - que era escuro, com navigators e letras minúsculas que estavam me irritando profundamente.
pretendo deixar esse por bastante tempo. eu sei que eu sempre digo isso, mas espero cumprir a promessa dessa vez, pois já não acho bons templates com a mesma freqüência de antigamente.

NEW STUFF

acrescentei um media player dessa vez! :D
quando testei, o autostart não estava funcionando (odeio quando HTML codes se viram contra mim. >3<), mas tentei arrumar mais uma vez, vamos torcer para que funcione!
a música escolhida foi Walking After You que, não preciso nem dizer, é tocada pela banda Foo Fighters! <3 eu simplesmente amo essa música, assim como essa banda. então, se não faz seu estilo, não se esqueça: o botão stop está aí para acabar com o seu sofrimento!
mas eu recomendaria ouvir ao menos uma vez, pois a música é linda.
vc pode dar uma olhada na letra aqui.
não é bom no inglês? leia a tradução aqui!
okay, esse foi meu acesso de boa vontade da semana.

ah, outra coisa que estive pensando em colocar no blog é uma tagboard...
nunca me senti confortável com essa idéia de ter comentários de pessoas que lêem meus textos no blog (sempre pensei que eles são ruins demais pra merecer comentários), mas algumas pessoas deram a idéia, então talvez eu coloque uma em breve.


acho que isso é tudo! :)
beijos, see y'all later!